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Segundo a Revista The Economist, Cabo Verde passou do lugar 26 para 30, portanto perdeu 4 posições no ranking do índice da democracia


Palácio da Assembleia Nacional
24 Jan 2020 Política


Na óptica do PAICV e da UCID na oposição, este resultado não estranha e reflecte a degradação da vivencia democrática reinante, onde muita gente sente medo de exprimir as suas posições e opiniões com receio de represálias.


Já o MpD no poder considera que apesar da queda de 4 lugares, Cabo Verde está bem posicionado no contexto de países da CPLP e africanos.

No ponto de vista do PAICV, o exercício da democracia não se limita apenas a realização periódica de eleições, mas também com o exercício de um conjunto de direitos individuais e coletivos, pressupostos segundo o Secretário-geral do PAICV, Julião Varela, que estão a ser atropelados.

Para a UCID esta queda não constitui novidade, porquanto conforme o Presidente dos Democratas Cristãos, António Monteiro, há muito que têm chamado atenção para a questão da qualidade da democracia no país.

Apesar da perda de 4 lugares, o Secretário-geral adjunto do MpD, Carlos Monteiro, diz que Cabo Verde continua a ser segundo classificado da CPLP, primeiro dos PALOP e terceiro em África, por isso, no entender do partido no poder, a classificação não deve ser motivo de preocupação e críticas.

PAICV e UCID na oposição com reparos sobre a queda de Cabo Verde no índice da democracia, passou da posição 26 para 30, enquanto o MpD não vê motivos para preocupação, por entender que o nosso país continua como segundo melhor da CPLP, primeiro nos PALOP e terceiro em África.


Eugénio Teixeira RTC/Praia

Disponibilizado online por Mário Almeida

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