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Índice de Desenvolvimento Humano 2019. Cabo Verde e São Tomé e Príncipe sobem


Boubou Dramane Camara, epresentante residente interino do PNUD. Fonte foto: Inforpress
10 Dez 2019 Sociedade

O relatório foi divulgado ontem na Colombia. Noruega continua a liderar. Brasil, Guiné-Bissau e Angola caem algumas posições.

O Índice de Desenvolvimento Humano faz parte do Relatório de Desenvolvimento Humano de 2019, que foi lançado na capital da Colômbia, Bogotá.

Segundo a pesquisa, as manifestações que acontecem em todo o mundo mostram que, apesar do progresso sem precedentes contra pobreza, fome e doenças, muitas sociedades continuam tendo problemas. A causa comum entre todos elas são as desigualdades.

A pesquisa destaca uma nova geração de desigualdades, em torno da educação, tecnologia e mudanças climáticas, e alerta que podem criar "uma grande divergência" como não acontece desde a Revolução Industrial.

Em entrevista à ONU News, o diretor do escritório que produz o relatório, Pedro Conceição, disse que a pesquisa "vai além da desigualdade na distribuição de rendimento e tenta projetar aquilo que pode determinar a evolução das desigualdades ao longo do século."O especialista diz que o relatório não faz propostas especificas para diferentes países, devido à diversidade de contextos, mas "oferece uma metodologia para tentar perceber quais as melhores áreas de intervenção".

Em nota, o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, disse que "diferentes motivos levam as pessoas às ruas, como o custo dos bilhetes de transportes públicos, o preço da gasolina, a exigência de liberdades políticas e a procura de justiça." Para Achim Steiner, "esta é a nova face da desigualdade".


RTC/Praia
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