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CCSL: José Manuel Vaz defende aumento salarial em termos monetários e não em percentagem


Jose Manuel Vaz
17 Ago 2018 Sociedade

Está a decorrer na Cidade da Praia, a segunda reunião do Conselho de Concertação Social. As duas centrais sindicais propõem aumento salarial para repor o poder de compra e querem ver resolvidas estas situações no próximo orçamento de Estado.

Em linhas gerais, a Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos Livres vai propor ao governo aumento do salário mínimo para 14 mil escudos, aumento da pensão de reforma dos reformados da administração pública e a redução do desemprego para 10%.

José Manuel Vaz defende aumento salarial em termos monetários e não em percentagem, à semelhança do que aconteceu com os quadros privativos da Administração Pública.

A União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – mostra-se preocupada com a situação social e laboral do país. A situação dos marítimos, a estagnação na carreia dos trabalhadores da administração pública estão no centro das preocupações da central sindical. Joaquina Almeida exige um aumento salarial nunca inferior a 5%.

A segunda reunião do conselho de concertação social, para apreciar as linhas gerais para orçamento de Estado de 2019, esta a ser presidida pelo vice primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia.

Sobre aumento salarial, o Presidente da Câmara de Comércio de Sotavento manifesta-se contra qualquer aumento neste momento. Aliás, Jorge Spencer Lima defende que é preciso ter os pés no chão e ser-se realista.

O Presidente da Câmara de Comércio de Barlavento, Belarmino Lucas, vai no mesmo sentido e acrescenta que a questão vincula, apenas, a Administração Pública e o Governo.

José António dos Reis-RCV
Disponibilizado online por Cláudia Livramento



Jose Manuel Vaz

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